O Conselho Mundial da FIA aprovou os princípios dos regulamentos técnicos da futura classe de topo do Mundial de Ralis (WRC), Rally1, que avança em 2022. No primeiro trimestre do ano que vem, o quadro regulamentar deverá estar finalizado ao detalhe, incluindo tecnologia híbrida pela primeira vez no WRC.
Os construtores poderão usar uma carroçaria de produção ou uma estrutura tubular, mantendo-se em ambos os casos as actuais directrizes de tamanho. Um sistema de dimensionamento vai tornar possível adaptar os carros de ralis a partir de diferentes modelos.
Por outro lado, outra das novidades é que a FIA irá definir uma estrutura de embate padrão, em colaboração com os construtores, numa solução que visa aumentar os padrões de segurança e simplificar o processo de desenvolvimento para as equipas.
Haverá um motor de combustão interna baseado nas especificações actuais, mas com custos de desenvolvimento controlados. Totalmente novo no WRC é o motor eléctrico híbrido de 100kW que auxiliará o rendimento do propulsor de combustão interna. Será uma unidade comum para todas as equipas, em hardware e software.
A intenção é que os carros consigam rodar nas cidades apenas com energia eléctrica, além de disporem de um ‘power boost’ de energia eléctrica para ser usado nas classificativas. Em termos estéticos, a nova geração de carros do WRC manterá os moldes actuais.













