Formula 1 História

HISTÓRIA: O GP da Hungria de 1998

Duas semanas depois de correrem em paragens alemãs, máquinas e pilotos estavam na Hungria para a 12ª prova do campeonato. Mika Hakkinen estava confortável na liderança, 16 pontos na frente de Michael Schumacher, mas não poderia baixar a guarda, porque sabia que a Ferrari tinha sempre grandes truque na manga.

Contudo, no final da qualificação, os McLaren estavam tranquilos: monopolizavam a primeira linha da corrida, com Mika Hakkinen a ser melhor que David Coulthard. Michael Schumacher é o terceiro, com o Jordan de Damon Hill no quarto posto. Eddie Irvine era o quinto, no segundo Ferrari, na frente dos Williams-Mechacrome de Jacques Villeneuve e Heinz-Harald Frentzen. Giancarlo Fisichella era o oitavo, no seu Benetton-Playlife, e a fechar o “top ten” estavam o segundo Benetton de Alexander Wurz e o segundo Jordan de Ralf Schumacher.

O dia da corrida estava claro, e na partida, os McLarens mantiveram os dois primeiros lugares, com Schumacher atrás, esperando por uma oportunidade. Contudo, os carros cinzentos iriam parar por duas vezes, algo do qual a equipa de Maranello tinha de fazer algo para os contrariar. E aí surgiu a mente de Ross Brawn a funcionar, com uma ideia genial: em vez de duas vezes, Schumacher iria parar três, um um ritmo maior que os McLaren… e talvez pudesse dar certo.

A meio da corrida, os McLaren estavam na frente da prova, mas pouco depois, Hakkinen começou a ter problemas com as molas de suspensão e caiu posições, fazendo com que apenas Coulthard estivesse no caminho de Schumacher. Com o ritmo superior e o carro mais leve, conseguiu passar o escocês quando foi a sua vez de ir às boxes e aumentou o ritmo ao ponto que, na terceira e última paragem, mantivesse na frente da corrida. E foi assim que aconteceu, para júbilo dos “ferraristas”.

No final da corrida, Schumacher via a bandeira de xadrez, enquanto nas boxes, Ross Brawn comemorava a fantástica estratégia elaborada por ele. Coulthard eera segundo e Jacques Villeneuve ficava com o lugar mais baixo do pódio. Damon Hill foi o quarto, no seu Jordan, e nos restantes lugares pontuáveis ficaram o segundo Williams de Heinz-Harald Frentzen e o McLaren de Mila Hakkinen, que perdeu nove pontos com o sucedido, fazendo diminuir a vantagem para sete pontos: 77 contra 70 do alemão.

No final do mês, havia novo duelo, em terras belgas.

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