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19 Dezembro 2018
Formula 1

Abiteboul e os futuros motores de F1: “Gostaríamos de evitar começar quase do zero”

Cyril Abiteboul defende que a próxima geração de unidades motrizes de Fórmula 1 não deve começar do zero como em 2014, tendo em conta aos investimentos feitos na actual geração de conjuntos propulsores e a demora para que o pelotão fique nivelado.

Para 2021, há intenção de ter unidades motrizes híbridas 1.6 litros turbo mas sem a MGU-H, maior limite de rotações por minuto e restrições ao desenvolvimento. Os planos não foram bem recebidos por algumas equipas, como a Mercedes ou a Ferrari que ameaçou mesmo deixar a F1.

Numa entrevista ao Motorsport.com, Abiteboul, director da Renault, explicou o por quê de considerar que não se deve começar outra vez de ‘uma folha em branco’:

– Gostaríamos de evitar começar quase do zero novamente. Se olhar para o investimento que tem sido feito no motor, se olhar para o tempo que está a demorar a chegar de uma situação em que não há um equilíbrio a uma em que o motor já não seja um ‘handicap’ para o chassis. É isso que se quer: uma disparidade em que uma equipa não está impedida pelo seu parceiro de motor de ganhar corridas ou de fazer um bom trabalho. Honestamente, começar novamente do zero é muito assustador”.

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